Todos temos as nossas cicatrizes. Algumas mais abertas, outras mais esquecidas. Umas mais superficiais, outras que nos marcam para a vida. Eu tenho algumas cicatrizes. Algumas não, muitas. Custou. Cansou. Mas já passou.
Não tenho medo do que possa vir. Sei que tenho de ter mais cuidado, e tudo o que carrego me lembra disso, mas continuo com esta esperança, esta vontade de viver e de continuar. Acho que quando tudo isso desaparecer será a minha morte, o fim.
Pode soar cliché, mas juro que gostava de poder ler os teus pensamentos, saber o que realmente se passa nessa cabeça. Para te perceber melhor, para te ajudar no que possa. Porque ajudar-te, ver esse teu sorriso, por muito forçado que seja, abstrai-me do facto de que tudo á minha volta desaba e e faz-me acreditar.
Não tenhas medo. Sê sincero comigo, como gostavas que eu fosse contigo. Talvez dizer exactamente o que penso seja um dos meus piores defeitos, mas, se faço isso, é porque gostava que me fizessem o mesmo. Porque o meu cérebro e as minhas teorias e conspirações avançam a mil à hora e eu, ás vezes, sinto que tudo não passa de uma ilusão. Que nunca vou ser feliz. Mas isso passa; tudo passa.
E é pelas coisas serem tão efémeras, tão frágeis, que eu sinto que não me devo acobardar nem hesitar face a algo que me pode fazer feliz. Se não resultar, ao menos sei que fiz tudo para que desse. Se ignorar, a dúvida persiste. E acredita que assim é muito mais difícil seguir em frente.
Não me mintas. Sabes que o que disseste me ia magoar e talvez disseste isso para que não me magoe mais no futuro, mas tu sabes que estavas a mentir a ti mesmo. Não sabes de todas as minhas cicatrizes e nem tens necessidade de saber, mas não penses que é fácil para mim acordar todos os dias e me sentir bem.
Também acredito que não queiras voltar a sofrer. Acho que já te dei provas suficientes de que não sou esse tipo de pessoa. Bem, fica na tua consciência.
Mas continuo a querer que tu sejas feliz. E, se já foste feliz uma vez, porque é que não podes ser uma vez mais? Pensa nisso.
Tenho de seguir com a minha vida, sei melhor do que ninguém que isto não me está a fazer bem. Mas antes disso, há que fechar a página. Não quero guardar rancores nem ressentimentos.. Agora, faz o que tu quiseres.
Tudo depende do que tu realmente queres. Diz-me, e eu faço para que isso aconteça. Mesmo que me afaste. Para sempre, talvez.
Serás sempre uma cicatriz que eu terei de carregar.
Não tenho medo do que possa vir. Sei que tenho de ter mais cuidado, e tudo o que carrego me lembra disso, mas continuo com esta esperança, esta vontade de viver e de continuar. Acho que quando tudo isso desaparecer será a minha morte, o fim.
Pode soar cliché, mas juro que gostava de poder ler os teus pensamentos, saber o que realmente se passa nessa cabeça. Para te perceber melhor, para te ajudar no que possa. Porque ajudar-te, ver esse teu sorriso, por muito forçado que seja, abstrai-me do facto de que tudo á minha volta desaba e e faz-me acreditar.
Não tenhas medo. Sê sincero comigo, como gostavas que eu fosse contigo. Talvez dizer exactamente o que penso seja um dos meus piores defeitos, mas, se faço isso, é porque gostava que me fizessem o mesmo. Porque o meu cérebro e as minhas teorias e conspirações avançam a mil à hora e eu, ás vezes, sinto que tudo não passa de uma ilusão. Que nunca vou ser feliz. Mas isso passa; tudo passa.
E é pelas coisas serem tão efémeras, tão frágeis, que eu sinto que não me devo acobardar nem hesitar face a algo que me pode fazer feliz. Se não resultar, ao menos sei que fiz tudo para que desse. Se ignorar, a dúvida persiste. E acredita que assim é muito mais difícil seguir em frente.
Não me mintas. Sabes que o que disseste me ia magoar e talvez disseste isso para que não me magoe mais no futuro, mas tu sabes que estavas a mentir a ti mesmo. Não sabes de todas as minhas cicatrizes e nem tens necessidade de saber, mas não penses que é fácil para mim acordar todos os dias e me sentir bem.
Também acredito que não queiras voltar a sofrer. Acho que já te dei provas suficientes de que não sou esse tipo de pessoa. Bem, fica na tua consciência.
Mas continuo a querer que tu sejas feliz. E, se já foste feliz uma vez, porque é que não podes ser uma vez mais? Pensa nisso.
Tenho de seguir com a minha vida, sei melhor do que ninguém que isto não me está a fazer bem. Mas antes disso, há que fechar a página. Não quero guardar rancores nem ressentimentos.. Agora, faz o que tu quiseres.
Tudo depende do que tu realmente queres. Diz-me, e eu faço para que isso aconteça. Mesmo que me afaste. Para sempre, talvez.
Serás sempre uma cicatriz que eu terei de carregar.
- misguided unicorn
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